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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Entrevista: Confira as respostas dos semi-finalistas do "Oitavo Integrante do CQC"


O jornal A Tarde fez uma entrevista com os semi-finalistas do concurso para eleger o oitavo elemento do programa. Paulão Afonso, Rogério Morgado e Mônica Iozzi responderam ao questionário enviado pelo jornal. Até o fechamento da entrevista, a candidata Carol Zacolli não havia respondido as perguntas feitas pela publicação.

- Por que decidiu participar do concurso?

Mônica Iozzi:
Porque seria incrível ter um trabalho em que eu pudesse ser atriz, humorista, crítica e repórter ao mesmo tempo! Sou apaixonada por política (pelas possibilidades, não pelo o que está aí), música, teatro, cinema, literatura. O CQC é um programa de humor, mas que mantém as pessoas conectadas ao que está acontecendo de relevante no país no momento, principalmente em relação às áreas que eu citei anteriormente. Como não querer um emprego em que você pode dizer o que realmente pensa, se divertir, informar o público e ainda ajudar a transformar alguma coisa?

Paulão Afonso: Porque o CQC precisa de um verdadeiro transgressor e este sou eu!

Rogério Morgado: Achei que era a hora de tentar dar um passo a frente na minha carreira, graças a Deus tenho conquistado muito espaço no meio da comedia e esse é um programa no qual eu sempre gostei e achei que poderia agregar algo. Fiquei na duvida se mandaria ou não o video. mas minha mãe incentivou a mandar na última semana.

- Faz ou fez algum tipo de preparação para executar as pautas das eliminatórias? Qual?

Mônica Iozzi:
Nada muito específico. Mesmo porque nós não sabíamos nada que nos seria pedido no concurso. Tentei apenas me informar melhor. Ler mais jornal, saber mais sobre o programa, essas coisas.

Paulão Afonso: Assino jornais, que leio diariamente sentado no "trono". Leio tb sites em geral, ouço rádio, vejo canais de notícia, esportes, pornôs. Pesquisei um pouco da vida do Raul Seixas na internet, mas a produção veio com sugestões inspiradas.

Rogério Morgado: Me preparei pesquisando em casa tambem, além da produção eu fiz a minha propria produção em casa. Elaborei minhas perguntas com tom de piada e juntei junto com o trabalho da produção e fui pra pauta bem preparado pra qualquer coisa que acontecesse.


- Cada um dos atuais apresentadores tem um perfil específico. Que tipo de pauta você dominaria mais? O que você tem que falta nos outros candidatos?


Mônica Iozzi: Acho que pautas relacionadas à cultura e política. Como eu já havia dito, são áreas que me interessam muito! Acho que o CQC tem contribuído muito para o aumento (ou retorno) do interesse da população por acontecimentos políticos e pela vida cultural do país. Quero contribuir também. Fazendo rir, o CQC reaproximou a gente disso tudo. Agora, o que eu tenho que falta nos outros? Glamour!!! Brincadeira. Acho que um novo olhar. É nítido que cada um dos meninos tem uma característica marcante. Acho que além de um novo “tipo”, uma mulher pode trazer uma maneira ainda inédita de se ver as coisas. Como seria uma mulher cobrindo um Fla-Flu, por exemplo? Ou a semana do presidente? E, apesar de sermos mulheres, a Carol e eu temos perfis muito diferentes. Estou tentando construir um humor com características bem femininas. Não posso me desvencilhar da ideia de que, caso eu entre, serei a única em meio àqueles cuecas todos! Isso tem um peso.

Paulão Afonso: Acho que todos são excelentes, perspicazes e inclusive capazes de abordar assuntos diferentes dos que, aparentemente, são sua especialidade. Gosto de esportes, música, procuro acompanhar política, economia e cultura em geral. Acho que talvez possa ser um cara teatral, explosivo, um personagem parecido com o "Charada" do Batman. Minha especialidade seria "gente comum". Mas quem decide isso é a direção. Sou pau pra toda obra e pra mim não tem tempo ruim. Será uma honra fazer parte do CQC, como já tem sido e espero que continue!

Rogério Morgado: Acho que vou mais paras as pautas do Rafael Cortez, com todo tipo de celebridade. Sou muito ligado às artes, então conheco desde Trio Parada Dura até Iron Maiden, e sei falar sobre ambos, conheço as músicas. Enfim, acho que esse lado mais artistico é onde estaria mais a vontade.

- As piadas machistas são recorrentes no programa. Se ganhar, como lidará com isso?

Mônica Iozzi: Vou responder à altura, mas não quero ser panfletária também. Penso que toda vez que alguém fizer uma piadinha um pouco machista, devo dar o troco, ué! É brega ser machista hoje em dia e os meninos sabem disso. Tenho a impressão de que eles fazem de propósito, sabia? Só pra causar um pouquinho de polêmica. Polêmica e irreverência são marcas do CQC.

#Só para lembrar: Carol Zacolli não respondeu as perguntas enviadas pelo jornal!
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Entrevista: 10 perguntas dos leitores da "Quem" para Marco Luque

Marco Luque, apresentador do CQC ao lado de Marcelo Tas e Rafinha Bastos, participou do "Você entrevista" da Revista QUEM e respondeu as melhores perguntas enviadas pelos leitores da revista. Confira abaixo as respostas do humorista de stand up para as perguntas feitas na entrevista publicada na revista:

1- As mulheres passaram a te assediar mais depois que você começou a fazer o CQC?
Ana Carolina de Assis
, São Paulo (SP)
Ah, lógico que aumentou o assédio. A TV é um embelezador de gente (risos)! Mas é um assédio superpositivo. Meu trabalho é com humor e as pessoas se aproximam para tirar fotos, dizer que gostam de mim, não tem nada disso de fã agarrar.

2- Que tipo de música você gosta de ouvir?
Juliana P. Santos
, São Paulo (SP)
Eu gosto de ouvir “oi lindão, gostooooso” (risos). Brincadeira! Eu sou bem eclético. Eu gosto de ouvir blues, músicas dos anos 80, rock (só não gosto de metaleiro, rock muito pauleira) e sertanejo. Eu assumo, eu gosto de sertanejo (risos).

3- Te dá mais prazer apresentar o CQC ou os espetáculos de stand-up comedy?
Marcos da Rocha
, Santos Dumont (MG)
São trabalhos diferentes que me dão prazer igualmente. Só que o stand-up é um trabalho de minha autoria e o CQC é escrito por roteiristas e o primeiro que eu faço sem personagens. É o Marco Luque mesmo ali na bancada.

4- Existe disputa de egos entre os integrantes do CQC para ver quem é mais engraçado?
Luciano da Costa
, Rio de Janeiro (RJ)
Ali a gente está como um time, cada um tem seu espaço, criou uma identidade e representa uma vertente tão bem definida que não existe nada disso. Eu e o Rafinha Bastos temos uma linha de humor bem diferente. O Rafinha é mais sério, as piadas dele têm conteúdo, embasamento, e às vezes é preciso saber do que ele está falando para sacar. As minhas piadas são de outra forma, são para dar uma contrapartida.

5- Acho que você é pouco aproveitado no CQC. Não pensa que poderia se dar mais ao programa?
Vivian Almeida
, Salvador (BA)
Quem conhece meu trabalho no teatro sente necessidade de ver personagens meus no CQC. Mas eu não acho que sou pouco aproveitado. No formato do programa não cabem personagens e a TV tem outra velocidade, é tudo muito rápido. O CQC é um trabalho completamente separado do que faço no teatro. As pessoas têm que aprender a ver com outros olhos.

6- Você foi casado com a atriz Mara Carvalho (ex-mulher de Antônio Fagundes) e 13 anos mais velha do que você. Prefere mulheres mais maduras?
Nicole Eberharte dos Santos
, São José dos Campos (SP)
Eu não prefiro mulheres mais velhas. Me sinto atraído por mulheres interessantes. Me encantei pela Mara porque ela é uma pessoa fantástica, uma autora excepcional. Ficamos três anos juntos. Morávamos eu, ela e o Bruno (filho de Mara com Antônio Fagundes), que virou um filhão para mim.

7- O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Albanete Marinho
, Palmas (TO)
Eu gosto de dormir e fazer esportes. Eu sou meio superativo. Corrida, futebol, academia, boxe... Gosto de correr, adoro aquela endorfina que solta depois de correr. Às vezes corro no parque, ponho uma camiseta na cabeça e passo despercebido. Acho que meu cabelo enroladinho é que chama a atenção, pois é só eu cobrir o cabelo que ninguém me reconhece (risos). Mas o mais engraçado é que, quando as pessoas me veem, se espantam porque eu sou alto. A galera acha que eu sou fraquinho e pequeno, mas meço 1,86 metro e peso 90 quilos.

8- Você está namorando a cantora Luiza Possi?
Fabíola Barros,
Volta Redonda (RJ)
Não. Nós ficamos cinco meses juntos e nunca quisemos expor a relação. Agora estou solteiro.

9- Por que você deixou de ser jogador de futebol para virar humorista?
Gustavo Mendes
, São José dos Campos (SP)
Eu fazia faculdade de artes plásticas e, como sempre me dei muito bem com esportes, me profissionalizei no time do Santo André. Tranquei a faculdade, fui para a Espanha e passei um ano jogando na segunda divisão. Mas não é boa a vida de jogador de futebol. Não se tem liberdade, treina-se dois períodos por dia e pouquíssimos jogadores ganham dinheiro de verdade. Fora isso, eu já vinha fazendo teatro e stand-up nos churrascos com os amigos, sem saber que era stand-up. As pessoas pediam para eu contar piadas, imitar Cid Moreira, Silvio Santos e desenho animado (risos).

10- Como é trabalhar ao lado do Marcelo Tas?
Thaise Rocha Santana
, Salvador (BA)
Ele é superlegal, tem uma visão muito pra frente, é generoso, amigo, se preocupa e dá conselhos. Ele é um alienígena entre nós (risos). Fora que eu sou fãzaço do trabalho dele, desde a época do Ernesto Varela (repórter fictício criado por Marcelo, que ironizava políticos). Ele era um cara que ia lá cutucar.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Danilo Gentili foi expulso da igreja quando era evangélico




Danilo Gentili não recebe o apelido de "capeta em forma de guri", de Marcelo Tas, em vão. O reporter eleito o favorito pela maioria dos nossos leitores contou, em entrevista a revista Rolling Stone, que já foi evangélico e expulso de uma igreja devido a sua irreverência.

“Com 14 anos, comecei a sentir um vazio. Procurei religião em vários lugares. Achava missa chato. Foi quando tomei a Bíblia como regra de fé”, conta Danilo.

Ele conta que descobriu que o bispo de sua igreja estave envolvido em "esquemas", então ele trocou o "SOS da Vida" por "$O$ da Vida?", imprimiu em uma faixa e foi para o culto batista estendê-la para os fiéis da igreja.

Quando é questionado se ainda é crente, ele ironiza: “Cansei de palhaçada e virei humorista”.

Danilo Gentili fala também sobre o papel do seu Twitter, que tem mais de 300 mil seguidores, e volta e meia ele solta uma piadinha infame (e as vezes ácima) no miniblog: "To almoçando com o Geraldo Magela. Espero que a conta não me custe os olhos da cara. Sigam ele! Sou fa!". Publicou ele, que ainda brinca com sua situação: "Tô sem ideia pra falar alguma gracinha aqui no Twitter hoje. Acho q hoje é o dia de sorte de todos meus seguidores".

Ainda na entrevista a revista, o humorista fala da liberdade que tem para produzir matérias divertidas, com criatividade e talento, dentro do CQC e que, por causa disso, seu número de fãs cresce cada vez mais.

#imagem: ofuxico

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domingo, 30 de agosto de 2009

Danilo Gentili no Bate Papo UOL, confira o arquivo

Como foi noticiado pelo blog, Danilo Gentili participou nesta sexta do bate-papo do UOL. Os internautas enviaram suas perguntas para o humorista-reporter do CQC e ele respondeu tudo através do vídeo. O CQC AO CUBO tentou enviar perguntas, as os moderadores do UOL não publicaram nenhuma :(

Para quem não assistiu ao vivo, o UOL disponibilizou no arquivo todo o histórico da conversa.
O vídeo completo da participação do humorista no UOL está aqui.

Entrevista com Danilo Gentili para a Alpha Magazine

Danilo Gentili deslanchou no CQC com o seu inesquecível Reporter Inexperiente, que é um dos quadros de maior sucesso do programa, apesar de não estar no ar. Hoje, no programa, o "barnabé de Santo Andre" (como Marcelo Tas o define) é sempre responsável por cobrir pautas políticas e isso faz o humorista (e suas perguntas indiscretas) serem alvo do temor dos políticos de Brasília.

O reporter do CQC e, primeiramente, humorista de stand-up comedy, concedeu uma entrevista a revista Alpha Magazine que o CQC AO CUBO reproduz aqui para você:

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O formato de Stand-Up Comedy não era algo tão popular no Brasil. De onde veio a inspiração?

Tento não me inspirar em ninguém, assim consigo ser mais autêntico. Porém, admiro humoristas americanos q cresci assistindo, como Eddie Murphy, Bill Cosby, Seinfeld…

Você é publicitário por formação. Como surgiu a vontade de trabalhar com humor?

Eu sou publicitário por má-formação, pois me formei na UNIABC. A vontade de trabalhar com humor surgiu quando eu fiquei sabendo que, além de quatro anos pagando, ia precisar dar mais uma grana pra faculdade se quisesse ter meu diploma. Pensei: Eu sou um palhaço! É isso que farei daqui pra frente.

Em se tratando de Brasil, qual área que rende mais piadas?

A população é a grande matéria-prima do humor brasileiro. São eles que fazem a merda de eleger os idiotas que vemos por aí e dão audiência para programas péssimos, que afundam a cultura popular. Se não fossem os brasileiros, eu não teria tanta ideia pra piada.

Aliás, o CQC inovou ao fazer um programa pelo qual o brasileiro acabe se interessando, ou pelo menos, saiba por cima o que rola na política. Como você vê isso tudo? Está valendo a pena apanhar tanto?

Eu me divirto em cada entrevista, e só isso já faz valer a pena.

Qual seu momento mais engraçado ou constrangedor no programa?

São muitos. Não consigo dizer qual o mais engraçado, mas posso afirmar que tudo vai piorar.

Você tem milhares de seguidores no twitter, várias comunidades no Orkut… Costuma ver o que escrevem nas comunidades, se comunica com as pessoas, costuma ler as críticas e os elogios?

É impossível responder para tantas pessoas, mas eu acompanho o q eles escrevem e acredite: a opinião desse público é o que mais conta no meu trabalho.

Qual a entrevista que mais curtiu fazer?

Cada uma tem um momento especial. Mas posso dizer que o melhor é quando eu me divirto com o produtor do programa, bolando as ideias do que pretendemos fazer.

Seu contrato com a Band vence em 2009. Tem algum plano profissional, fora o CQC e a Clube da Comédia?

Meu plano é valorizar o meio que me der a chance de ser o mais autoral possível. É ali que focarei minhas energias.

O Brasil é considerado um país sem memória. Na comédia, tem algum humorista que, na sua opinião, tenha sido injustiçado ou não foi valorizado como deveria?

Sim… Mas eu não me lembro! (risos).

#fonte: Portal CQC

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Danilo Gentili agora no bate papo UOL


Danilo Gentili está, ao vivo, respondendo as perguntas dos fãs e telespectadores no Bate Papo UOL. A entrada é liberada. Se quiser entrar no papo e enviar perguntas para o reporter do CQC, clique aqui.

Diretor do Casseta&Planeta fala sobre o CQC


O diretor do programa Casseta&Planeta falou, em uma entrevista, entre outros assuntos, sobre o programa CQC. O Casseta completa 500 edições no ar e bateu seu recorde, chegando aos não-merecidos 30 pontos.

O Casseta tem uma visão diferente do CQC sobre política. Enquanto o CQC denuncia, faz reportagens, protesta, o Casseta se resume a satirizar o que acontece em Brasília.

'Estabelecemos então que para a gente brincar, tem que ter um bom personagem, um cara que todo mundo conheça. No caso do Sarney, virou um personagem. Colocamos um bigodudo lá, todo mundo sabe quem é. Já o lance de denúncia não é com os cassetas.'

Sobre as pautas políticas, o diretor do programa global garante que não vai fazer mais, e ainda diz que os políticos fazem fila para aparecer: "Esses deputados são ridículos. A gente chegava lá no anexo 2 e eles faziam fila para serem zoados. Querem aparecer. Não vamos dar corda para isso. Era outro tempo."

Você acha que o Pânico e o CQC, de certa forma, se inspiraram no Casseta?
'São propostas completamente diferentes. Não tenho dúvida que, pela idade do Casseta, esses meninos do Pânico foram criados vendo a gente. Eles se apropriaram de certa forma dessa linguagem de molecagem criada por nós, mas de um jeito diferente' diz. No caso do CQC, tem o Marcelo Tas, que é mais antigo que a gente (risos). Se a gente tem 18 de TV, ele tem 38 (risos). Sem trocadilhos, ele é uma cabeça grande, privilegiada, pensa muito, trabalha com mídias novas e sempre teve uma preocupação política.

Você se sente incomodado com as referências que fazem dos Cassetas no CQC e no Pânico? 'Não, pelo contrário. Fico lisonjeado. Mas insisto que o CQC nada tem a ver com a gente.'

domingo, 23 de agosto de 2009

Rafinha Bastos concede entrevista ao Diário de Cuiabá


Rafinha Bastos esteve em Cuiabá este domingo e concedeu uma entrevista para o jornal Diário de Cuiabá. Na entrevista, Rafinha fala - entre vários outros assuntos - sobre seu espetáculo de stand-up comedy, sobre o humor brasileiro em geral e, claro, no CQC. Abaixo, o CQC AO CUBO³ selecionou algumas das melhores perguntas:

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Diário - O stand-up privilegia a presença do humorista no palco que constrói seus textos a partir de experiências pessoais e observações do cotidiano. Houve alguma adaptação para participar do CQC? Afinal, a TV exibe um humor diferente dos palcos.

Rafinha - Não. Eu já trabalhava na televisão bem antes de entrar na comédia, ou seja, toda a experiência de reportagem eu já carregava. Na bancada, a minha participação tem um formato muito parecido com o da stand-up comedy, a diferença é que no palco tudo o que eu digo é escrito por mim, na TV nem sempre.

Diário - Você diria que o humor brasileiro passa hoje por uma renovação e a tendência é se inclinar ainda mais para uma prática inspirada na rotina das pessoas e temas que estão em debate na sociedade?

Rafinha - Eu acho que isso sempre foi feito. O Chico Anysio criava personagens em cima da realidade. O Jô fazia críticas duras em suas esquetes. Acho que isso agora está apenas mais claro agora que estamos de cara limpa no ar.


Diário - Outros humoristas do CQC como Danilo Gentili, Marco Luque, Felipe Andreoli e Oscar Filho também apresentam peças de stand-up. Vocês analisam a possibilidade de percorrer o país numa apresentação em conjunto?

Rafinha - Essa possibilidade é praticamente nula. Gravamos todos em datas e horários bem diferentes. É difícil até mesmo seguir a minha própria agenda, quanto mais buscar disponibilidade na agenda dos amigos.


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Confira a entrevista completa aqui.

Desculpem a demora para atualizar, fim de semana agitado ;)